A casa é bela. Os olhos, cegos. A vida, uma novela. O chá está quente. Lançado ao chão. Do lado da cama, apenas um vão. Controle remoto, remove o armário. Castiga a menina e esquece o acaso. A janela se abre. Lá fora, a saudade. O vento lamenta, susurra vontade. E o dia termina. Pobre menina sem nome.
A casa é bela os olhos cegos a vida uma novela o chá esta quente lançado ao chão do lado da cama apenas um vão controle remoto remove o armário castiga a menina e esquece o acaso a janela se abre lá fora a saudade o vento lamenta susurra vontade e o dia termina pobre menina sem nome