O que adoça teu café, gruda nos dentes e irrita a gengiva. Não é doce, sequer amargo. É ácido e corrosivo, transpassa os poros, encontra abrigo na epiderme e sangra os cotovelos. Todo o sangue que te anfetamina a vida é café puro traduzido em dor. Em dor maior, bemol e sustenido a quatro...canção essa que não te faz ouvir o que te leio só de olhar pra ti.
Um comentário:
Que lindo este texto!
Abç
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