quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Hoje

Foi como uma tempestade em que nada restou, apenas o silêncio e a devastação de um lar: o meu. E foi assim que os dias se perderam. Calmos e sem futuro. Planos que perdi numa oração de socorro. A ajuda que clamei e que o destino arrancou de mim.

Hoje sou eu apenas, nesta vida, um singular de mim mesma, que tanto amou o seu plural, mas de nada somou azeite e água.

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